Seminário de BOTS e I.A.

A capacidade da IA de gerar empregos

O impacto da Inteligência Artificial no relacionamento com clientes é inegável. Porém, existe um outro aspecto que também precisa ser levado em consideração quando a IA é o assunto: a dinâmica de emprego. A boa notícia é que, de acordo com o Gartner, os números não serão tão negativos quanto muitas pessoas pensam. Os postos de trabalho criados ou que deixarão de existir por causa da Inteligência Artificial variará de acordo com a indústria e, na visão da empresa, 2020 será um ano crucial nesse sentido. No ano em questão, a IA passará a gerar novas ocupações, alcançando dois milhões de novos postos de trabalho em 2025.

Donald Feinberg, vice-presidente e Distinguished Analyst no Grupo de Data & Analytics do Gartner, afirma que a IA surge para ajudar as pessoas, não substituí-las. “Toda área de trabalho pode ser ajudada pela Inteligência Artificial, contanto que a empresa e os colaboradores mantenham uma visão positiva sobre a evolução”, diz. Com o uso da tecnologia, haverá aumento de produtividade, milhões de posições de nível médio e baixo serão eliminadas.

Nesse sentido, ele afirma ter certeza de que algumas ocupações sumirão, porém, as empresas deverão treinar pessoas para ocupar outras funções. “Temos estudos que mostram que quando as pessoas entendem o que podem fazer, param de ter medo e passam a se engajar”, afirma. O Gartner mostra que, até 2020, a Inteligência Artificial vai gerar 2,3 milhões oportunidades, enquanto eliminará 1,8 milhão.

Segundo Svetlana Sicular, vice-presidente de Pesquisa do Gartner, as advertências mais calamitosas de perdas de emprego confundem a Inteligência Artificial com a automação. Na visão da executiva, essa perspectiva ofusca o maior benefício da Inteligência Artificial: ser uma combinação de inteligência humana e artificial, em que ambos se complementam.

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